Pular para o conteúdo principal

Estímulo para o idoso: andar articulando os pés.

Bom dia, gente!!!!


Já observaram como o idoso, de um modo geral, tende a andar com os pés bem planos. 
Claro que há  razões para isso. 
Mas é importante estimular que ele ande articulando melhor os pés.

Em outras palavras...
Durante o  caminhar o corpo todo se alinha e realinha dinamicamente, num continuo movimento de equilíbrio e reequilíbrio que levam ao deslocar, ao avançar no espaço ( e na vida). 

A pelve, os membros superiores, o tronco, a cabeça, as pernas... enfim todo o corpo participam no caminhar.

O pé que fica para trás, a cada passo, exerce um papel extremamente importante no processo de avançar. É ele, especialmente o terço distal - onde estão os artelhos - que empurra o corpo para frente, na fase conhecida como de propulsão. 

Esse movimento simples de alongamento da sola dos pés acontece de uma forma mais satisfatória, estimulando músculos, articulações, tendões, ossos, provocando melhor circulação de sangue nos pés, o que naturalmente leva à melhor oxigenação, melhor circulação de nutrientes, estimulação hormonal e de produção de novas células.

 Já é sabido que a prática de atividade física promove isso. Mas sugiro que observem essa especificidade. Proponho que observem como esse simples movimento de alongamento da sola dos pés ao caminhar, especialmente do terço distal dos pés, promove um melhora notória no bem estar geral do indivíduo. 

Façam e sintam!
Estimulem que nossos idosos façam e sintam!!!

Observem!!!
E depois, se puderem, digam-me o que observaram.


A saúde está no simples, apesar de às vezes o simples não ser fácil,  mas certamente ela está em nós.

Abraço carinhoso.

Maria Tereza


Postagens mais visitadas deste blog

Segmento cefálico: relaxamento e meditação

Na correria do dia a dia e com o excesso de preocupação, não é raro sentirmos a cabeça cheia, os olhos cansados...  E, se pararmos para perceber, nos deparamos com a boca presa, o rosto tensionado... e até as orelhas enrijecidas.   No áudio de hoje, vamos mesclar uma prática de relaxamento, com foco no segmento cefálico e a meditação guiada.  Boa prática!!! Pratica meditativa de relaxamento segmento cefálico e meditação guiada p31221g21221 Maria Tereza Naves Agrello CRP-MG: 13.506 Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

MEDITAÇÃO GUIADA - orientação básica e áudio P3003G200321.

A proposta central da meditação guiada abaixo é aquietar a mente. A ideia é permitir-se um tempo para "não fazer nada" e se escutar. Ou melhor ainda, permitir-se um tempo para contemplar-se no aqui e no agora.  A consciência do corpo será utilizada como estratégia para manter o foco da atenção.  Não existe uma única posição para meditar; podendo-se também meditar parado ou em movimento. Neste áudio, propõe-se iniciar em pé e depois sentar, mas é uma orientação e não uma imposição.   Ao sentar, pode-se escolher o chão ou a cadeira, podendo-se também utilizar um pequeno banco ou um\almofada, como for mais confortável.  Preferencialmente, a coluna deve ficar ereta, mas sem esforço.  Seja qual for a posição,  ter a consciência das áreas de contato do corpo com a superfície de apoio, seja ela chão, cadeira, ou outra qualquer, amplia a consciência de si e favorece o aquietar da mente e a entrada no processo meditativo. Gosto de dizer que a meditar é como caminhar...

Um pouco sobre a meditação pelo WhatsApp e um pouco de prática

           A meditação é uma prática milenar que perpassa diferentes culturas e religiões. Cada uma delas agrega suas contribuições representadas nas diferentes linhas e técnicas.      Entretanto, em essência todas trazem a ideia do voltar-se para dentro, criando um “continuum” de serenidade imparcial, a partir da percepção consciente, mantendo-se a concentração, mas sem se fixar.     Meditar é uma habilidade, uma experiência particular, e que cada experimento é único. Ripoche Khandro coloca que “ a quantidade de tipos particulares de meditação é equivalente à quantidade de pessoas.      Em alguns momentos é mais fácil entrar no estado meditativo, noutros é mais difícil, algumas vezes a prática é mais intensa, mais profunda, noutras mais superficial. É variável. O importante é o estar disponível para experimentar-se no momento presente, com presença e sem culpas, regras, imposições, controle ou juízo ...