Pular para o conteúdo principal
Bom dia!!!!

À partir de maio estamos à Rua Marquês de Maricá, 333 - Santo Antônio - , próximo à rua Joaquim Murtinho, na Academia Espaço Vida.

Um abraço.

Postagens mais visitadas deste blog

Segmento cefálico: relaxamento e meditação

Na correria do dia a dia e com o excesso de preocupação, não é raro sentirmos a cabeça cheia, os olhos cansados...  E, se pararmos para perceber, nos deparamos com a boca presa, o rosto tensionado... e até as orelhas enrijecidas.   No áudio de hoje, vamos mesclar uma prática de relaxamento, com foco no segmento cefálico e a meditação guiada.  Boa prática!!! Pratica meditativa de relaxamento segmento cefálico e meditação guiada p31221g21221 Maria Tereza Naves Agrello CRP-MG: 13.506 Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

MEDITAÇÃO GUIADA - orientação básica e áudio P3003G200321.

A proposta central da meditação guiada abaixo é aquietar a mente. A ideia é permitir-se um tempo para "não fazer nada" e se escutar. Ou melhor ainda, permitir-se um tempo para contemplar-se no aqui e no agora.  A consciência do corpo será utilizada como estratégia para manter o foco da atenção.  Não existe uma única posição para meditar; podendo-se também meditar parado ou em movimento. Neste áudio, propõe-se iniciar em pé e depois sentar, mas é uma orientação e não uma imposição.   Ao sentar, pode-se escolher o chão ou a cadeira, podendo-se também utilizar um pequeno banco ou um\almofada, como for mais confortável.  Preferencialmente, a coluna deve ficar ereta, mas sem esforço.  Seja qual for a posição,  ter a consciência das áreas de contato do corpo com a superfície de apoio, seja ela chão, cadeira, ou outra qualquer, amplia a consciência de si e favorece o aquietar da mente e a entrada no processo meditativo. Gosto de dizer que a meditar é como caminhar...

QUALIDADE DO SONO

Tenho observado que as queixas ligadas à dificuldade de dormir são cada vez mais frequentes. Paralelamente, tenho ficado alarmada com a banalidade com que remédios para dormir estão sendo utilizados. Há algum tempo, ouvi uma conversa entre adolescentes, em seus uniformes de colégio, o que me fez supor que tinham entre 15 e 17 anos, 18 no máximo. Eu fiquei aterrorizada. Um deles disse que não andava dormindo direito e que estava tomando um determinado remédio. O outro acrescentou de imediato: Você esta tomando esse? Eu estou tomando aquele outro assim assado. Por motivos óbvios não direi os nomes dos respectivos medicamentos, porém uma coisa posso dizer: ambos eram tarja preta. Eu não podia acreditar no que eu estava ouvindo. Olhei algumas vezes para confirmar a suposição de idades que eu estava fazendo.  E... realmente... eram meninos.  Eram mesmo alunos de escola, no máximo cursando o ensino médio, e já estavam com uma prosa tão... tão...  tão... Esto...