A meditação é uma prática milenar que perpassa diferentes culturas e religiões. Cada uma delas agrega suas contribuições representadas nas diferentes linhas e técnicas. Entretanto, em essência todas trazem a ideia do voltar-se para dentro, criando um “continuum” de serenidade imparcial, a partir da percepção consciente, mantendo-se a concentração, mas sem se fixar. Meditar é uma habilidade, uma experiência particular, e que cada experimento é único. Ripoche Khandro coloca que “ a quantidade de tipos particulares de meditação é equivalente à quantidade de pessoas. Em alguns momentos é mais fácil entrar no estado meditativo, noutros é mais difícil, algumas vezes a prática é mais intensa, mais profunda, noutras mais superficial. É variável. O importante é o estar disponível para experimentar-se no momento presente, com presença e sem culpas, regras, imposições, controle ou juízo ...